sábado, 4 de outubro de 2008

Brisa, (a)mar

E já não voltou mais.
Pés descalços na areia, - ou no mar, porque não? - o sol me disse. E a chuva a noite vem de consolo, anunciar que tudo o que nuvens escuras fazem é encobrir um céu brilhante como o meu olhar quando te vê. E tantos casos e acasos, falta de esmero. Foste tu, fui eu? Não, foi a lua que previu, o mundo clareará amanhã.
Caem as folhas, sopram os ventos.
Tudo ao seu tempo.

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