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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

14 resoluções para 2014


Só mesmo o fim do ano para me fazer voltar ao blog, tirar a poeira e fazer a postagem mais assunto-comum de todos os tempos. Mas, cá entre nós: falar sobre resoluções de ano novo é um assunto que veste perfeitamente em mim, que sempre fui um clichê ambulante. Também, confesso, as promessinhas de fim ano me fazem ter algum objetivo na vida, algum compromisso com todo o meu plano de ser uma pessoa melhor. Em 2013, para a minha surpresa, eu fui relativamente bem em relação às resoluções que fiz no fim de 2012, então eis mais um motivo para manter a tradição. 

Assim sendo, fiz 14 resoluções para 2014 – algumas repetidas em relação ao ano passado, porque a minha fé em mim mesma não tem limites. 

01. Me exercitar regularmente 
Em 2013 eu pratiquei mais exercícios físicos do que em todos os anos anteriores, mas ainda não foi na intensidade que eu quero e preciso, então a promessa para 2014 é chegar nesse nível.

02. Conquistar ou realizar algo que me dê orgulho
Nossa, esse tópico renderia mil e umas reflexões subjetivas até demais, então melhor deixá-lo auto-explicativo.

03. Ler um livro por semana 
Esse item meio que já deixou de ser uma resolução de ano novo e passou a ser uma meta pro resto da vida – só que como ano eu ainda não consegui (mas foi quase!), continuo insistindo. 

04. Parar de adiar pequenas tarefas 
Eu sou o tipo de pessoa capaz de passar semanas adiando uma marcação de consulta, uma arrumação do quarto, uma atualização do mural de fotos, uma troca de músicas do pen-drive do carro... Tarefas que não custam nada, mas que eu ainda preciso aprender a realizar.

05. Parar de me arrumar sempre na última hora
Apesar de não ter estado na lista ano passado, porque eu tinha outras prioridades, eu tenho essa resolução de vida praticamente desde o dia que a minha mãe deixou de me dar banho e de me vestir. De lá pra cá, eu continuo saindo de casa e só terminando de me vestir/maquear/pentear o cabelo no elevador (shame on me) ou no carro, o que, convenhamos, é vergonhoso demais até para os meus elásticos padrões.

06. Parar de roer unhas
Olhando os arquivos do blog, eu percebi que desde 2009 (!!!) essa resolução está na minha lista. Não sei nem o que dizer sobre isso, sinceramente.

07. Usar os óculos novos
Eu tenho miopia, mas pouca gente sabe disso, porque eu nunca usei os óculos que já cheguei a comprar. Esse mês recebi o último e pretendo colá-lo no meu rosto, se for preciso, porque a idade bateu à porta e até dificuldade para dirigir eu já sinto sem umas lentes que me ajudem.

08. Economizar dinheiro
Como esse lance de viajar é absolutamente viciante, já estou organizando uma próxima viagem pra bem longe, que deve ser só lá em outubro. Por isso, até lá, carteira fechada, porque eu sei bem o quanto ir para onde a gente quer pode ser caro.

09. Terminar o curso de inglês
Há séculos que eu faço curso de inglês, mas, vergonhosamente, ainda não tenho certificado. Desse ano não passa - não é possível que passe, só mesmo se eu não tiver uma gota de amor ao dinheiro que meu pai já gastou comigo.

10. Aproveitar o dia do meu aniversário
Eu não conheço ninguém que goste menos de fazer aniversário do que eu. Não sei nem explicar os motivos, só sei que fico pouquíssimo à vontade nesse dia. Esse ano, porém, eu pretendo fazer algo além de me esconder no quarto e não falar com ninguém - nem que seja sair pra jantar ou ir ao cinema, sei lá... Fazer qualquer coisa que eu goste já seria um grande avanço.

11. Mexer mais com fotografia
Fotografar é uma terapia tão grande pra mim que, após muito tempo sem usar a câmera, eu sinto inúmeros efeitos colaterais - que podem muito bem ser amenizados se eu deixar de ser preguiçosa e sair pra aproveitar lugares novos com a minha câmera (Katy, para os íntimos).

12. Terminar o que começo
Eu tenho essa mania terrível de começar as coisas (a organizar o quarto, uma nova atividade física, um texto para o blog, enfim) e simplesmente não ir adiante, abusar, deixar pela metade, dizer que termino em um depois que nunca chega. Isso vem me atrapalhando muito e me deixando mais desorganizada do que eu já sou, motivo pelo qual preciso quebrar o ciclo de "mais tarde eu faço".

13. Participar
Por tudo que é mais sagrado: eu preciso por um fim a essa minha preguiça  do mundo e das pessoas. Passei a me preocupar seriamente com isso nos últimos tempos, mas até agora as minhas tentativas vêm sendo vergonhosas.

14. Ser gentil
Porque ser gentil é melhor do que ter razão.


Resoluções cumpridas em 2013: 

01. Ter mais cuidado com meu cabelo, pele e alimentação 
É surpreendente a forma como fui regularmente ao salão, usei mais maquiagem e passei a comer frutas, enquanto diminui exponencialmente frituras e chocolate. Ainda tenho muito que melhorar, mas sinto que atingi um nível aceitável. 

02. Melhorar minha média de notas na faculdade 
Só digo uma coisa: meu boletim esse ano foi o orgulho da minha vida. Incrível o que umas horinhas a mais com a cara nos livros não fazem. 

03. Me empenhar no curso de inglês do intercâmbio
Fiquei em um bom nível do curso e me soltei bastante em termos de pronúncia, muito mais do que achei que fosse. Resolução devidamente cumprida!

04. Me organizar financeiramente 
Ainda posso diminuir mais os gastos, mas cumpri o objetivo principal, que era descobrir a fonte de sumiço do dinheiro e controlá-la. 

05. Não procrastinar mais que uma vez por semana 
Só posso dizer que são raros os dias que procrastino. Juro! Diria que, no máximo, uma vez a cada duas semanas eu me rendo e passo uma manhã ou uma tarde olhando pro teto, sem vontade de viver. Não sei como consegui essa proeza, mas se eu descobrir, acho que ficarei rica vendendo a fórmula. 

06. Sair da rotina
Não sei se 2013 que foi fora do normal, mas a verdade é esse ano eu fiz coisas que considerava impossíveis. Definitivamente, rotina não foi uma inimiga.

07. Passar na OAB
O meu objetivo era passar na OAB, mas como eu só fiz o exame de dezembro, atingi a meta parcialmente - segunda fase, aí vou eu!

08. Emagrecer 7 quilos
Consegui perder os 7 quilos, mas depois engordei mais 2 quilos, então encerro o ano com 5 quilos perdidos. O verdade é que eu já considero essa barreira do peso praticamente vencida, principalmente que eu começar a me exercitar com a frequência que eu pretendo atingir.

Tirei da lista:

Voltar a escrever
Simplesmente sinto que ano que vem não vai ser o meu ano mais produtivo no blog – como se os passados tivessem sido, mas ok. Terei monografia (que vai me fazer enjoar de escrever), OAB, formatura... Uma série de eventos que merecem ser registrados, mas, principalmente, merecem ser vividos. Como não posso fazer promessas no campo da escrita, prefiro remover o item da lista ao invés de arrastar mais um ano sem alcançá-lo. Além de tudo, escrever, pra mim, sempre foi uma forma de colocar pra fora tudo o que, principalmente, me incomodava; acontece que ultimamente eu tenho mais vivido e sido grata por esses momentos, do que efetivamente sofrido por mim, por alguém ou por algo. As coisas andam tão certas e tão boas - só as palavras que se perderam.

terça-feira, 5 de março de 2013

Livros de fevereiro/2013

Minha rinite alérgica não aprova esse vício.

Cumprindo a meta que estabeleci, venho hoje aqui falar um pouco sobre os livros que eu li mês passado. Em fevereiro eu li mais de cinco livros, ou seja, ultrapassei a minha meta de leitura; por outro lado, a maior parte dos livros que eu li classifico como ruim/regular. No fim das contas, foi mais um ganho quantitativo do que qualitativo, o que me incomoda de um tanto que não vou conseguir descrever. 

De qualquer forma, eis os livros lidos em fevereiro de 2013: 

1. O assassino cego - Margaret Atwood

Foi o primeiro livro que eu consegui ler inteiro por PDF – ele é caríssimo, então não deu para comprar antes e nem sei se pretendo comprar quando tiver condições. É uma leitura que você sofre para terminar, porque é uma narrativa complicada demais. Além disso, não houve um só personagem com o qual eu simpatizasse um pouco; assim, foi o livro que eu mais demorei a ler esse ano. Sério, tinha horas que eu achava que simplesmente não ia ter fim. Eu sei que a Margaret Atwood é super bem conceituada, mas como tudo que eu disser sobre esse livro vai soar implicante, aconselho quem quiser saber mais sobre ele a ler a resenha que eu ajudei a escrever e que foi postada no blog Amásia. 

2. Leituras de escritor - org. Luiz Ruffato

Eu jamais compraria esse livro, mas como eu herdei do meu irmão e ele estava dando sopa na estante, resolvi encarar. A proposta é legal: são vários contos de vários autores grandiosos, como Virgínia Woolf, Machado de Assis, Lygia Fagundes Telles, Franz Kafka e por aí vai. Claro que as histórias são boas, mas esse livro me fez encarar uma verdade que eu não queria aceitar: não gosto de contos. Melhor dizendo: não gosto de livros compostos apenas de contos. Acho que depois de ler tanto Caio Fernando Abreu na vida esse tipo de obra simplesmente me enjoou. Enfim, terminei de ler o livro porque tinha contos cujos autores eu desconhecia, mas quando acabei foi com a vontade de não encarar outro livro de contos nem tão cedo. 

3. O lado bom da vida - Matthew Quick

Quem me conhece não me suporta mais me ouvir falar sobre esse livro – sua temática já fez nascer outro texto aqui no blog. Olha, ele nem é essa maravilha literária toda, admito, mas foi um livro que me surpreendeu tanto, sabe? Pela forma que os temas são abordados, pela humanidade dos personagens, pela narrativa do autor que flui como se você estivesse lendo 2 páginas, não 200. Além disso, claro, foi um livro que me tirou da minha zona de conforto mental e me fez pensar em coisas que eu não deveria esquecer, mas que estavam adormecidas dentro de mim. E reitero  para quem assistiu ao filme e não gostou, que o livro não tem nada a ver com a sua adaptação cinematográfica. Além disso, dá para comprar com 20 dilmas em qualquer livraria. Com certeza vai estar entre os melhores do ano.

4. A menina que não sabia ler - John Harding

Esse livro é sensacional. Confesso que as 30 primeiras páginas me deram um certo sono, mas quando a história engrenou minha vida se resumiu em dois momentos: os que eu estava lendo e os que eu não estava lendo, mas queria ler. Engraçado que o autor tem influências de Poe, mas eu achei o Harding muito melhor. Acontecem umas coisas realmente inacreditáveis do meio para o final do livro; a tensão aumenta a cada página e eu parei umas três vezes pra soltar um palavrão porque, fala sério, não acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo! Resumindo: esse livro me fez sentir tudo que um livro precisa me causar para ser considerado como ótimo.

5. Histórias extraordinárias - Edgar Allan Poe

Minha vontade de não ler livro de contos não foi respeitada nem por um mês, porque logo veio Poe com suas histórias extraordinárias. De qualquer forma, se vocês quiserem saber mais sobre o livro, essa obra foi mais uma resenhada pelo Amásia e lá vocês podem conhecer mais a fundo a estrutura da narrativa. Mas adianto logo: a escrita de Poe é bem rebuscada e várias vezes me trazia sentimentos realmente ruins. Não é exagero dizer que o temas dos seus contos podem se resumir a morte, morte, morte. Mesmo com todo esse ar macabro, o suspense do autor não fez efeito algum em mim - pra falar a verdade, achei o livro bem chato. Enfim, alimentei expectativas e elas não foram correspondidas.

6. Sob a luz dos seus olhos - Christine M.

Meu Deus, que livro ruim. Para quem gosta de me ver falando mal de livros em vídeos, grave o nome deste, porque com certeza ele será lembrando na retrospectiva em vídeo no fim do ano. Eu só li porque estava em uma fase crítica e precisava de algo muito água com açúcar para que eu pudesse curtir em paz a minha fossa. Mas esse livro é tão cheio de problemas que não sei nem se consigo citar todos. Primeiro, a história começa a se passar em Londres e de cara você percebe que a autora não conhece nada sobre a cultura e os costumes da cidade; até eu, que nunca fui lá, sei que o livro está cheio de senso comum. Odeio autores que querem ambientar histórias em outro país sem conhecê-lo muito bem - isso é a cara de autor brasileiro, infelizmente. Além disso, é uma das narrativas mais corridas que eu já li - a autora conta a vida inteira da personagem, da adolescência à velhice, em menos de 300 páginas. É algo como 3 anos da vida da Elisa, personagem principal, se passando em 3 páginas do livro - juro, sem exagero. No fim, o livro é carregado de clichês que nem chegam a incomodar, porque a obra tem problemas muito maiores. Recomendo para quem quiser saber como não escrever uma história.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Livros de janeiro/2013

Ps.: estou sabendo que esse post saiu muito atrasado, considerando que já fiz mais leituras depois dessas e que já estamos terminando a segunda semana de fevereiro. Mas mês que vem eu serei mais pontual, prometo! 


Há dois anos, por meio de vídeo, eu venho até o blog fazer uma retrospectiva literária. Esse ano eu resolvi aprimorar um pouco a coisa e falar mensalmente sobre os livros que eu li nos últimos trinta dias – assim, quem quiser saber o que eu achei de um livro específico que eu meramente citei no vídeo, pode correr no mês em que o li e saber um pouco mais sobre minhas impressões. De acordo com a minha meta literária do ano, eu devo ler cerca de cinco livros por mês. Sendo assim, eis os primeiros do ano: 


01. Resposta certa – David Nicholls 

Até agora, essa foi a grande decepção do ano. “Um dia”, também o David Nicholls, foi um livro que me arrebatou completamente na época em que o li, o que fez com que eu criasse, mesmo sem querer, uma expectativa muito grande acerca de “Resposta certa”. Óbvio que a maior lição que eu tiro é que não se pode favoritar um autor com base em um só trabalho, porque sempre existe a “síndrome do segundo livro”. O enredo de “Resposta certa” é raso, os personagens são insuportáveis e o propósito que o livro diz ter, em sua sinopse, é absolutamente ignorado no decorrer da história. Nem mesmo as críticas implícitas na história parecem funcionar. Já falei mais sobre esse livro em outro post, então quem quiser saber mais os motivos de eu não recomendar a leitura, é só assistir o vídeo resenha. 


02. A volta ao mundo em 80 dias – Julio Verne 

Considero “A volta ao mundo em 80 dias” morno, mas surpreendente. Morno porque não é o tipo de enredo que eu classifico como atraente – dar uma volta ao mundo sem propriamente conhecer os lugares por onde passa, tudo em função de uma aposta, me parece um tanto enfadonho. Também não consegui me identificar com nenhum personagem e esse fator sempre pesa na minha simpatia pela história. Ainda assim, para quem pensou que não ia passar das primeiras páginas, a leitura acabou fluindo de forma surpreendente. A linguagem é extremamente simples, há várias passagens engraçadas e é um livro ótimo para quem quer ler um clássico sem grandes dificuldades. O outro blog do qual participo, Amásia, fez uma resenha super completa sobre esse livro e indico para quem quiser saber mais sobre ele. 


03. Extremamente alto & incrivelmente perto – Jonathan Safran Foer 

A primeira resenha do blog foi sobre esse livro de tão apaixonada que fiquei por ele. Foi o primeiro favorito do ano por motivos que até agora eu mal sei explicar. É um livro que consegue ser sensível e avassalador utilizando uma história aparentemente simples; a edição é linda, cheia de imagens que remetem à história, mas não de uma forma direta e simplória. Oskar, a criança que narra boa parte da obra, é um personagem absolutamente inteligente e carrega consigo uma quantidade tão grande de dor que chega a te irritar por tudo aquilo estar acontecendo com um menino de 9 anos. Mas sabe aquela história de que "A culpa é das estrelas" não é só mais um livro sobre crianças com câncer? Então, "Extremamente alto & incrivelmente perto" também não é só mais um livro sobre uma criança que perdeu o pai nos ataques terroristas de 11 de setembro. Quem ainda não leu esse livro não sabe a obra-prima que está perdendo. 


04. Memórias de minhas putas tristes – Gabriel Garcia Márquez 

Foi o meu primeiro Garcia Márquez e eu estava com tanto medo de não gostar que adiei por mais de um ano a leitura. Finalmente tirei o livro da estante e encarei. São poucas páginas, mas que parecem milhares. A linguagem não é das mais fáceis, mas isso já era o esperado; o meu problema foi mesmo com a história. Não sei onde eu estava com a cabeça quando achei que fosse gostar de uma narrativa envolvendo um velhote de uns 90 anos apaixonado e desejando ardentemente uma menina de 14 anos. Cada vez que havia uma descrição dos seis da menina ou do seu corpo nu, por mais sutil que fosse e por mais que a linguagem estivesse adequada, sem cair no vulgar... Não sei, me dava nojo. Pode parecer preconceito ou uma aversão sem fundamentos precisos, mas nesse contexto eu não consegui captar a essência da história de amor que era construída. Sem dúvida alguma, um livro de altíssimo nível; porém, não consegui construir laço algum com ele além do de aversão.


05. A última carta de amor – Jojo Moyes 

Comprei esse livro em agosto do ano passado e passei esse tempo todo esperando o momento certo para lê-lo – e finalmente quando a leitura começou, descobri que ainda não estava no clima que o livro precisava. Mas, como já tinha começado, segui em frente. Senti que isso prejudicou um pouco a leitura – estava sem paciência pra “lindas histórias de amor que atravessam gerações” e o livro trata basicamente disso. O começo é um pouco enfadonho, mas da página 80 pra lá eu senti uma necessidade absurda de continuar a leitura, principalmente pela curiosidade que a história vai despertando. O livro faz o estilo "história dentro de uma história", mas não achei que tenha gerado confusão - pelo contrário, creio que mesmo o tempo não-cronológico deixou a história bem consistente. A autora me surpreendeu com a qualidade da sua escrita pra um livro que, pela capa e pelo título, é logo visto como um romance bobo. Além disso, é um prato cheio pra quem gosta de ver retratado o papel de submissão da mulher na década de 60 nos EUA - apesar de não retratar de forma real o que acontecia com aquelas que queriam se sobrepor ao sistema repressor.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

07 coisas que eu já deveria nascer sabendo

Eu sou o tipo de gente que tá sempre interessada em aprender uma coisa nova. Estou sempre em busca de um hobby, de mais uma nova coisa favorita pra vida, de algo que me destaque entre as pessoas ao meu redor que, a cada dia, parecem se tornar mais e mais iguais. Mas é com pesar no coração que eu comunico: não sou uma pessoa talentosa. Veja bem, eu posso até ser esforçada, teimosa, estudiosa, persistente... Posso ser um monte de coisa. Mas inteligente? Esperta? Habilidosa? Não sou não. Pra nada. Não tem uma única coisinha no mundo que aprenda com facilidade, que eu saiba naturalmente, que eu pareço ter nascido pra fazer.

Na maior parte das vezes eu não me importo e vou à luta do mesmo jeito. Em outros casos, porém, o desânimo acaba batendo e vez ou outra acabo soltando uma das frases que devem estar no top10 das que eu mais repito diariamente: “eu já devia ter nascido sabendo isso”. Porque, gente, é verdade: tem coisas que deveriam simplesmente nascer com a gente. Que deveriam ser simples como respirar ou comer chocolate. Que a gente não deveria suar a camisa pra conseguir fazer. Tem coisas que Deus sabe que eu tenho tanta dificuldade pra fazer que eu já deveria ter nascido sabendo e pronto, poderia pular essa fase triste da minha vida: a do aprendizado.

Algumas dessas coisas eu vou conseguir fazer, mais cedo ou mais tarde, mas, ainda assim, vai dar tanto trabalho que eu fico cansada só de pensar. Já deu preguiça, sabe? Outras dessas coisas eu meio que já desisti ou me conformei, porque nem tentando o resto da minha vida vou conseguir. Ô Deus, você ficou em dívida nessas comigo, viu? Quando eu iniciasse minha participação no mundo, desde o primeiro momento, Ele deveria ter se certificado que eu já saberia:

01. Falar inglês (idem pra francês)


Quem me conhece sabe que eu sou meio Cebolinha e enrolo pra falar “r” no português. Agora, me imaginem falando inglês. Minha língua enrola, começo a ficar tensa, as palavras se atropelam e no final parece mais que estou falando em um idioma recém-criado. Francês, então, que é o meu sonho mais distante, tenho medo até de tentar. Eu sei que um dia eu consigo e vou até fazer intercâmbio pra testar um tratamento de choque, porque não é possível que nem na hora de pedir uma comida ou perguntar onde é o banheiro eu não consiga falar. Um dia eu aprendo, eu sei, mas não seria tão mais fácil se já tivesse nascido sabendo?

02. Fazer baliza



Ninguém que já me viu fazendo baliza quis entrar de novo num carro comigo dirigindo. Todo mundo que já me viu fazendo baliza pergunta quanto eu tive que pagar pro avaliador me liberar nessa fase da prova. E o pior: nem culpo essas pessoas, porque se tem uma coisa no mundo em que eu sou ruim, é em fazer baliza. Não tenho noção de espaço, de distância, de nada no mundo. Até os flanelinhas riem de mim. Aliás, uma vez eu tive que dar o meu carro pra um flanelinha colocá-lo na vaga. É muita humilhação pra uma pessoa só. 

03. Dançar


Se algum dia alguém me olhar dançando, só tem uma explicação: enlouqueci. Porque nem de felicidade eu danço. Nem se tiver bêbada eu danço. Nem quando a dança valia ponto extra na faculdade eu dancei. E nem estou falando de dança elaborada, não, porque nem dois pra lá e dois pra cá eu consigo fazer. E o pior de tudo: meu namorado adora dançar. E dança super bem. E se ele quiser dançar com outra menina, eu nem posso dizer “claro que não, quem dança com você sou eu”. Pois é, quem mandou eu não nascer sabendo dançar, né?

04. Fazer as unhas


Me deixem explicar o motivo desse item na lista: na minha cidade, uma manicure + pedicure decente que me atenda em casa custa 50 reais. Infelizmente, eu não possuo 50 dilmas semanais ou quinzenais pra gastar, assim, só pra ser bonita. Mas também, quando olho pra minhas unhas cheias de cutículas, parece que o dia fica cinza, sabe? Acaba a graça da vida. Acontece que não nasci sabendo arrumar minhas unhas e nem tenho coordenação motora pra aprender. Resultado? Meus dias continuarão cinzas até eu ficar rica – o que ainda vai demorar uns bons anos. 

05. Tocar algum instrumento


A mesma falta de coordenação motora que me impede de fazer as unhas já me impediu de aprender a tocar guitarra, violão e bateria (já tive essa fase vida louca). Não foi por falta de tentativa, tá vendo? Só falta mesmo piano, minha última esperança e que um dia ainda vou tentar, pra eu comprovar de vez minha teoria de que, pra eu tocar algum instrumento, só se já tivesse nascido sabendo. 

06. Cozinhar


Acho que esse é o item da minha lista que mais me empenho em aprender. Deus sabe quantos milhões eu já gastei com ingredientes para bolos, macarons, lasanhas, macarronadas... As minhas tentativas são até bem sucedidas, mas sabe quando você prova alguma coisa que até está bom de gosto, mas sente que falta um algo mais? Assim é tudo que eu cozinho – exceto o arroz, porque esse eu nunca acerto mesmo. Falei com minha mãe que nas minhas comidas sempre falta esse “tempero especial” e ela me disse que é falta de talento mesmo. E pior que eu concordo com ela. 

07. Me maquiar



Maquiagem é uma das coisas que me fazem achar que eu deveria ter nascido menino, porque eu simplesmente não tenho paciência pra passar horas pintando a cara. Claro que eu gosto de estar mais bonita, não sou doida pra dizer que não, né? O que me incomoda é esse processo, porque eu sofro. Gente, eu sofro muito. Quando eu termino de me maquiar normalmente já estou suada, com o cabelo destruído, com a pele grudenta e com a base derretendo, porque não dá pra ficar muito tempo maquiada nessa cidade de temperatura sempre acima dos 30°. 

E claro que se eu já nascesse sabendo isso tudo eu ia ser uma criança bizarra, superprotegida e superdotada. Mas vocês entenderam a minha aflição.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Moços para os quais eu diria "sim"

Há algum tempo a Rafinha trouxe uma ideia de um meme que meu coração não estava pronto pra responder no momento. Depois de muito enrolar, eu, que dou tanto sentido à existência do termo ''amores platônicos'', fui incumbida, por intimação da Taryne, a listar os 10 caras fictícios com os quais eu casaria – e aqui o meu namorado torce o nariz, porque ele acha um absurdo eu praticamente traí-lo com moços perfeitos que, por consequência, nem existem. Nem preciso citar que a lista não está em ordem de preferência, porque fazer isso estaria além da minha capacidade. 

Ps.: para o post não ficar maior ainda, eu suprimi as fotos dos moços. Para checar o material de apresentação deles, porém, basta clicar no nome de cada um. 

01. Cricket Bell, de Lola e o garoto da casa ao lado 
Cricket entrou na minha vida há pouco tempo, mas desde a primeira folha do livro em que aparece foi tratando de mostrar a que veio. Não teve outra: tive que destinar um lote do meu coração a esse moço. Sabe o cara que se desloca meio mundo para estar com você em um momento importante da sua vida? Que te incentiva quando ninguém acredita em você? Que deixa claro que não desistirá de vocês e que estará ao seu lado quando você, até então cega e retardada, finalmente reparar que ele é o cara da sua vida? Que é o tipo de cara que seus pais amariam como genro? Então, o Cricket é isso tudo, mas também é inteligente, tem um humor ótimo e se veste maravilhosamente bem. Se existe um pacote completo no mundo, esse pacote é Cricket Bell. 

02. Étienne St. Clair, de Anna e o beijo francês 
O único defeito do Étienne é não existir. Étienne é o namorado que antes de tudo é melhor amigo; se preocupa em não magoar as pessoas, tem o melhor senso de humor que eu já vi, é irônico e ainda te leva pra fazer passeios incríveis por Paris. Já falei que ele tem sotaque britânico? É popular porque é simpático, não porque se sente superior aos outros. Isso tudo já é motivo suficiente para amá-lo, mas acrescente aí que ele adora História, cinema e tem muitos, mas muitos LIVROS no seu quarto – e não basta ter livros, mas ele gosta de ler. 

03. Mark Sloan, de Grey’s Anatomy 
Mark, à primeira vista, é exceção a tudo que eu espero de um homem. É metido, um tanto arrogante, tem várias fases em que é mulherengo e (spoiler) uma filha crescida que aparece do nada e só serve pra atrasar a vida de todo mundo. Mas, acima de tudo, Mark Sloan é o tipo de cara que se transforma quando se apaixona. Ele se entrega sem medo e não mede palavras quando quer se declarar; ele sorri de um jeito que te desmonta e se houvesse um dicionário ilustrado, ao lado do adjetivo ''charmoso'', teria uma foto desse homem. E a voz? E aqueles olhares? E o senso de humor? Mark Sloan, você está de parabéns. 

04. Damon Salvatore, de The Vampire Diaries 
Tava faltando um homem errado nessa lista e quem melhor para cumprir esse papel que Damon Salvatore? Ele é arrogante, irônico, tem um humor negro terrível, não é nada altruísta e ainda por cima se apaixonou descaradamente pela namorada do irmão – duas vezes. O que ele tem de tão bom, afinal? O fato de ele ser capaz de esquecer tudo isso em favor da mulher que ele ama, claro – mas só em favor dela, porque em relação aos outros ele continua sendo um cínico. Se você acha que nem uma vez na vida irá se apaixonar por um cara completamente errado, te desafio então a sobreviver a um dos sorrisos de canto de boca do Damon. 

05. Seth Cohen, de The O.C. 
O primeiro de todos os meus amores dessa lista e, se dura até hoje, é porque alguma coisa certa o Seth Cohen fez na vida. Se alguém até agora tinha dúvida que a característica número 1 de um cara, para mim, é o bom-humor, então Seth Cohen põe abaixo essa dúvida. Além das tiradas mais fantástica do mundo, ele também foi o primeiro a me conquistar pelo bom gosto, especificadamente o musical, e pelo estilo – gente, o que são as camisas do Seth? Depois de amá-los todas as temporadas de The O. C., descobri que ser lindo, pra ele, é apenas um bônus. 

06. Jackson Avery, de Grey’s Anatomy 
Avery está aqui porque assustadoramente, na atual temporada de Grey’s Anatomy, o cara se revelou um aprendiz e tanto de Mark Sloan. Obviamente que seus olhos verdes, olhar penetrante e a mania de aparecer sem camisa ajudam, mais o moço também está se saindo um belo cavalheiro, um senhor muito atencioso, super inteligente e um companheiro para todas as horas. Se existe um príncipe capaz de existir no mundo real, este seria Jackson Avery. 

07. Percy Jackson, de Rick Riordan 
Eu sei que pareço uma pedófila dizendo que me casaria com um jovem semideus de 17 anos. Mas Percy Jackson é a exata prova de que meu coração ainda é juvenil e que, principalmente, não existe idade para ser um cara apaixonante. Percy Jackson faz por Annabeth uma pá de coisas que eu não reclamaria que ele fizesse por mim: enfrenta a mãe da menina que, além de Deusa da Sabedoria, é bem ranzinza; fica morto de preocupação cada vez que Annabeth se machuca; planeja uma vida inteira ao lado dela e, como se não bastasse, ainda segue, escondido, em uma missão quase suicida só para salvá-la do perigo. Percy, você tem muito o que ensinar a esses rapazes crescidos. 

08. Tom, de O melhor amigo da noiva 
O Tom é interpretado pelo Patrick Dempsey, comecemos por aí. Junte com isso o fato dele ser o melhor amigo do mundo, ser super prestativo, extremamente simpático, ser um cara de atitude, não desistir da mulher amada nem quando ela está noiva e, por fim, atravessar meia Escócia só para dizer que a ama. Não é à toa que este filme está entre os meus favoritos – todo mundo precisa de uma dose do Tom, vez ou outra.  

09. Peter Parker, de Spider-Man 
Eu sempre fui fã do Peter Parker dos quadrinhos, mas o dos filmes só arrebatou mesmo meu coração quando o Andrew Garfield entrou em cena. Queria eu poder citar algum momento ideal desse rapaz, mas eu simplesmente não consigo escolher a melhor entre todas as cenas em que ele aparece. Aquele sorriso errado, aquele jeito solto, aquele cabelo bagunçado... Enfim, tudo no Peter do Garfield simplesmente te faz ficar arrepiada. 

10. Tom Hansen, de 500 dias com ela 
Eis aqui o mais mocinho entre todos da lista. O objetivo de Tom Hansen no mundo era simplesmente amar e ser correspondido, mas parece que isso nunca vai acontecer. E tem coisa que derreta mais o coração que um homem sofrendo por amor? Anote a isso o jeito desengonçado, o ótimo gosto musical, o talento para desenhar e o fato (suspiro) de sua melhor amiga ser sua irmãzinha. Se Tom Hansen não é moço pra casar, não sei mais quem seria. 

Menções honrosas: 

Augustus Waters, de A culpa é das estrelas: Augustus teve (spoiler) o disparate de morrer e me impedir de sonhar com ele no altar, mas se eu cometesse o erro de esquecê-lo ele jamais me perdoaria. Gus é sensível, é entregue à vida, não perde a oportunidade de fazer e dizer o necessário, realiza os sonhos da Hazel como se também fossem seus e carrega declarações de amor até por trás de um simples “okay”. É, Gus, não tem como você não viver dentro do meu coração. 

Alex Karev, de Grey's Anatomy: outro tipo de cara que você acha que é incorrigível até encontrar uma mulher que o faça ver que a vida não é tão ruim quanto ele pensa. Além de ter um físico muito agradável de se olhar (pra não dizer que ele é gostoso), Karev tem uma alma muito frágil e que já sofreu tanto, que a única vontade que você sente é de por ele no colo e cuidar até todas as feridas sararem. É difícil alcançar o coração desse moço, mas se você o fizer, acredite, a recompensa será grandiosa.

Felizmente para o meu namorado, nenhum desses caras algum dia vai bater na minha porta. No final das contas, vou casar com aquele que há muito tempo também me acompanha e que mereceria um texto muito maior que esse narrando todos os motivos pelos quais me convenceria a subir no altar. Mas a fantasia tem sempre a vantagem de existir, nem que seja para nos mostrar que esses sonhos apaixonantes, uma hora ou outra, chegam a se tornar reais - e quando isso acontece, pode apostar, é muito melhor.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

13 resoluções para 2013

Quando 2011 chegou ao fim, não sei porque cargas d’água eu não renovei minhas resoluções para o ano que estava surgindo. O resultado disso foi que 2012 acabou me deixando com aquela sensação de não saber se eu tinha realizado algo de útil pra vida ou se o ano inteiro tinha sido um desperdício de esforço. Depois de muito tempo sem saber ao certo o que eu acho dessa história de se renovar em função das datas que mudam, acho que acabei concluindo que acredito sim que um ano novo é uma oportunidade perfeita para aqueles que esperam um empurrãozinho pra recomeçar – entre estas pessoas, eu. Sem mais delongas, eis aquilo que pretendo atingir em 2013: 

1. Emagrecer 7 quilos 
Quem lê essa resolução deve no mínimo pensar que estou beirando a obesidade mórbida. Mas o fato é que 2012 foi tão corrido e estressante que eu, sedentária por natureza, sofri o mal do qual nenhum de nós estamos salvos: engordei mais do que poderia. Fora esse descaminho alimentar, há também o agravante de que vou passar o mês de julho viajando e comendo muito mal, por consequência; assim, se eu já sair do Brasil gorda, imaginem quanto vou pesar quando voltar? Não vou dizer o meu peso atual porque ainda me resta alguma dignidade, mas confesso que o número da balança que pretendo atingir eu não alcanço desde os meus 15 anos, quando eu desfilava de biquíni com orgulho. Vamos aguardar. 



ps.: inclua nessa resolução começar a ir regularmente à academia. 

2. Passar na OAB 
No último dia 28 a OAB divulgou a lista com os aprovados na primeira etapa do último exame da Ordem de 2012. No fim de 2013, eu quero ao menos estar assim: com meio caminho andado. Passar na OAB, teoricamente, é fácil: estude bem durante 5 anos e faça duas provas, uma objetiva e outra dissertativa, onde o único concorrente é você mesmo. Infelizmente, todo mundo sabe que a coisa não é tão simples assim – para mim, então, que sou extremante nervosa em provas e adoro ter brancos em momentos impróprios, nem se fale. Se tem uma resolução que não vou atingir sem esforço, com certeza é essa. 


3. Ler um livro por semana 
Acho que 2012 foi um dos anos que eu mais li na vida, considerando que não li nada no primeiro semestre por causa da monografia e que li 29 livros somente no segundo semestre. Ainda assim, foi pouco. Não vou poder exigir muito de mim quanto a leituras, considerando a quantidade de eventos que 2013 promete. Em média, consigo fazer um livro a cada 4 dias, mas vou estender esse prazo para 7 dias já prevendo que minha meta normal é meio impossível, ao menos por enquanto. 


4.Voltar a escrever 
Por razões que ainda não posso dizer, com certeza esse ano escreverei bem mais que em 2012 – que, aliás, foi um dos anos que menos produzi. Além disso, farei o intercâmbio e darei notícias pelo blog, o que já é outro grande estímulo. Quanto aos meus textos mais comuns, descobri há muito tempo que minhas inspirações partem dos momentos em que minha alma está mais destroçada – então, se o preço a pagar por me manter espiritualmente intacta for a abstinência de escrita... Eis um grande vácuo na minha vida, com o qual eu não sei lidar. 


5.Ter mais cuidado com meu cabelo, pele e alimentação 
Pausa dramática porque essa é uma resolução que venho tentando realizar desde 2010 e eu não consigo. Eu tenho a maior preguiça do universo de salão, então a minha meta para 2013 é apostar em produtos com os quais eu posso me cuidar em casa, mesmo. Ainda sim, isso vai requerer uma paciência de Jó, coisa que o mundo inteiro sabe que eu não tenho. De toda forma, eu mantenho essa resolução até o dia que eu criar vergonha na cara. 

(sí, pero no mucho)

6. Parar de roer unhas 
Ipsi literis para o que eu disse sobre a resolução anterior. Só esclarecendo o fato de que eu disse que vou parar de roer unhas e não arrumá-las semanalmente, porque com o valor que manicure e pedicure cobram na minha cidade eu posso comprar livros para ler o mês inteiro. Ou eu aprendo a manusear um alicate ou vou ficar só no "não roer unhas", mesmo.

7. Melhorar minha média de notas na faculdade 
Meu comentário aqui é breve: não que eu seja má aluna; apenas não estou sendo metade do que eu sou capaz. 


8. Me empenhar no curso de inglês do intercâmbio 
Uma coisa é você passar anos enrolando o curso de inglês da sua cidade só porque você não tem saco de aprender línguas. Outra coisa é você passar quase um dia dentro de um avião e pagar caro para fazer de conta que estuda inglês no outro lado do oceano. Eu jamais me perdoaria se fosse tão imatura. Meu paitrocínio muito menos.


9. Me organizar financeiramente 
O histórico da minha conta bancária é o seguinte: dia 01 entra a minha mesada, dia 05 recebo meu salário e dia 10 não tenho mais um centavo. Tem alguma coisa MUITO errada nesse ínterim e eu sinto que é só falta de organização. Eu gasto meu dinheiro todo e não sei nem com o quê. Pra 2013, se não conseguir me controlar (Deus sabe como tento parar de comprar sapatilhas), eu pretendo ao menos descobrir a origem dos meus gastos. 


ps.: já fiz um cofre e já estou juntando minhas moedas. Ponto para mim. 

10. Não procrastinar mais que uma vez por semana 
Eu tenho até vergonha de entrar em maiores detalhes nesse aspecto. Basta que eu diga que, se em 2013 eu for tão preguiçosa como fui em 2012, o ano vai acabar e eu não saí nem da minha cama. Mas óbvio que eu me reservei uma tarde na semana para preguiça infinita, porque eu também sou gente.


11. Mexer mais com fotografia
Antes de comprar a minha câmera eu tinha um caderno somente para anotações sobre configurações e técnicas fotográficas. Hoje, meu caderno está num cantinho criando mofo e isso me envergonha profundamente. No fim de 2012 eu comprei uma lente nova e como em 2013 eu vou conhecer diversos lugares lindos, fico na esperança de não deixar o meu hobby mais querido morrer.


12. Sair da rotina
Por favor, por favor, por favor. Não aguento mais tanta previsibilidade, tanta monotonia, tanto mais do mesmo. Eu, que odeio rotina, acabei abraçando-a com força nesse ano que passou, mas já estou doida para cortar relações definitivamente e seguir por outros caminhos. Não aguento mais fazer as mesmas coisas nos mesmos dias e quem pode me julgar por estar me tornando rabugenta e ranzinza por isso, hein?


13. Participar 
De alguma coisa. De qualquer coisa. Da vida de alguém.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Seis coisas que eu vou fazer, mas ainda não fiz

Acho que esse foi o meme mais difícil que eu já fiz, porque eu quero fazer tanta, mas tanta coisa que só me falta mesmo é uma vida que acumule tantos desejos, porque vontade eu tenho de sobra. Vi pelos blogs afora respostas de coisas que eu já fiz, como doar sangue, dar um tapa na cara de alguém, aprender a bordar, ter todas as músicas da minha vida, conhecer o paraíso, ter um grande amor; vi coisas que eu não gostaria de fazer, como uma tatuagem, e coisa que eu morro de vontade de fazer, mas sequer pude citar aqui, como aprender a cozinhar, morar um tempo fora, fazer um mochilão, aprender a dançar, me dedicar à fotografia, ter algo meu publicado, morar sozinha, zerar meu skoob, aprender a tocar algum instrumento. No meio de tantos desejos que não cabem dentro de mim, selecionei os seis principais que tenho certeza que vão se realizar em algum momento do futuro, seja ele próximo ou não.

1. Casar e ter filhos


Eu não estaria sendo sincera se esse item não fizesse parte da minha lista, porque eu sou anos 50 até a alma e sonho mesmo é com vestido branco, buquê de flores e crianças correndo pelo jardim. O mais difícil eu já tenho, que é o noivo. De resto, eu dedico boa parte das minhas horas livres aos sites especializados em casamentos; fico calculando custos, escolhendo modelos de vestido, imaginando o buffet, fazendo a lista de nomes dos meus filhos. É brega, é clichê, é piegas. Mas faz parte do meu conceito de felicidade.

2. Montar minha biblioteca particular


Tenho muitos livros. Muitos. E eles estão o tempo todo desorganizados porque me falta espaço, prateleiras e armários para abrigar a todos do jeito que eu queria. É por isso que quando eu tiver a minha casa, antes mesmo de mobiliar o meu próprio quarto, eu terei que organizar um ambiente só para os meus livros, porque eles são especiais e merecem. E a minha rinite alérgica, que não suporta mais tanto papel no mesmo local em que eu durmo, ficará grata e dará uma trégua – assim espero.

3. Assistir a um super show


As grandes bandas da minha vida chegaram ao fim antes que eu tivesse tido a chance de ir a um show delas. Vocês sabem o tamanho do trauma que isso representa à vida de uma pessoa? Superado isso, ainda me restam algumas boas opções, como Coldplay e Maroon 5. Ou quem sabe mesmo o Rock in Rio 2013, para o qual eu já tenho bons planos. Mas tem que ser um show que me faça sentir lá no fundo algo como “esse momento está gravado a ferro quente na história da minha vida”.

4. Voar de asa-delta


Quem me conhece, sabe que eu morro de medo de altura, de cintos de segurança me amarrando e de vento forte. Mas nada vai me impedir de realizar esse desejo, nem mesmo as ameaças da minha mãe em me deserdar caso eu faça uma “loucura dessas”. Eu quase fiz isso quando fui ao Rio de Janeiro. Teria feito, se minhas condições financeiras não tivessem me impedido. Às vezes é muito difícil realizar seus sonhos quando você é sustentada pela mesada que seus pais te dão, sabe? Mas eu não desisto e um dia eu vou voar alto.

5. Me tornar uma alma francesa


Como diria a Anna, de Anna e o beijo francês, “isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços”. Eu sei que é uma visão extremamente limitada, mas já é o suficiente para me fazer ser apaixonada pela França. Por isso, qualquer hora dessas, eu crio vergonha na cara, começo o meu curso de francês, compro minhas passagens e vou tomar café à beira do Sena, enquanto descubro o que há de belo sobre o lugar que me encanta os sonhos desde que eu me entendo por gente. Isso tudo, claro, com o meu Amor do meu lado. E não prometo voltar de lá.

6. Perder a preguiça de dirigir


Porque eu não tenho medo. Já dirigi várias vezes, inclusive, mesmo tendo terminado agora as aulas teóricas na auto-escola. O que me sobra mesmo é preguiça – preguiça de gente mal-educada no trânsito, de engarrafamentos, de instrutor que não sabe ensinar nada. Tenho preguiça de passar por essa fase de aprendizagem de algo que eu já sei fazer, mas que ainda não sou autorizada. Já estou na auto-escola há 3 meses e estou adiando eternamente minha prova teórica no DETRAN porque simplesmente não quero chegar à fase prática... Por preguiça. Além do fato principal: vou tirar a carteira, mas vou andar de ônibus até eu mesma conseguir comprar meu carro. Isso não serve como fator animador e, enquanto isso, eu vou me virando nessa vida de transporte público/carona do namorado. Mas acreditem, tenho muita vontade de pegar um carro e sair dirigindo loucamente por aí, só eu e alguma música. Só me falta mesmo a coragem.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O que toca na minha radiola

Confesso que não sou grande fã de memes seguidos. E que tão pouco sou grande fã de vídeos. Acho que sempre que vou acessar o youtube, preciso digitar todo o endereço, porque ele nunca está gravado na memória do meu navegador. Detalhes essas à parte, eu resolvi fazer o meme que a Rafaela me passou porque aproveitando essa onde de vídeo postados, eu gostei da ideia. Se bem que me deu um bom trabalho, viu? A maior parte das músicas que eu queria colocar aqui não tinham clips... E como eu não assisto quase nenhum, preferi colocar uma lista com vídeos das músicas que mais tenho ouvido ultimamente - não necessariamente clips oficiais e não necessariamente nessa ordem de preferência.

1. Lady Antebellum - Need You Now



Eu não sei explicar a sensação que essa música me dá. É ao mesmo tempo uma vontade de chorar com um desejo enorme de fugir com o meu namorado - se é que você me entendem, porque é mesmo uma mistura de sensação muito louca. Adoro Lady Antebellum e essa música faz parte da minha vida bem antes de estourar no Big Bother - o que foi um big ódio da minha parte, porque eu morro de ciúme quando coisas que até então ''só eu gostava'' viram conhecidas do grande público.

2. Jason Mraz - You and I Both


Teve show do Jason aqui pelo Maranhão já esse ano e eu passei dias me torturando por até ter comprado o ingresso, mas não ter ido. Aí depois a culpa passou porque eu fique sabendo que ele não cantou essa música - que, para mim, é a melhor dele. E a versão desse show no Pepsi Smash me deixou de coração partido - olha a carinha de garoto de início de carreira. Enfim: música linda, cantor lindo e um espaço garantido no meu player há um bom tempo.

3. Los Hermanos - O Vencedor


O youtube me contou que é o clip oficial da música, mas não tenho ideia se é verdade ou não. De qualquer forma, achei que o conceito do vídeo é bem legal, mas não dá para assistir mais de uma vez, pque se torna cansativo - enfim, não faz jus à banda e nem à música. Eu ouço 'O Vencedor' ao menos uma vez por dia, juro, e nunca enjoei, porque acho quase impossível enjoar essa música, que é quase um hino para os desmotivados - e como eu sou uma, quase um hino para a menina Deyse. Fora isso, Los Hermanos é Los Hermanos e para mim existiram poucas bandas iguais.

4. Train - Drops of Jupiter


Assim como 'Need You Now', essa é uma daquelas músicas que me trazem uma sensação que eu não sei explicar. Eu adoro Train, acho uma banda bem legal mesmo e que vai muito além de 'Hey, soul sister'. A minha preferida é 'Parachute', mas como o youtube não me ajudou muito nessa busca, não mostrando sequer uma versão de show decente, eu trouxe 'Drops of Jupiter', que foi a primeira música que eu conheci da banda. Fica a dica para downloads.

5. The Smiths - There is a light that never goes out


Eu esqueci toda a raiva que o youtube me fez passar por causa desse meme quando vi esse vídeo. É simplesmente uma das músicas mais lindas que conheço com cenas do meu filme favorito de todos os tempos - 500 days of Summer. Se vocês não quiserem ver nenhum vídeo da lista, ok, mas por favor, vejam esse. Sem palavras para descrever o clip, prefiro dizer apenas que é fantástico e apaixonante.

6. The Magic Numbers - Forever Lost


Eu achei esse clip uma graça só! Primeiro que sou suspeita para falar porque The Magic Numbers bate forte no meu coração, mas sempre tive uma queda especial por vídeos em desenhos - exceto quando Gorillaz tava bombando muito e eu fique arrasada porque gostar de algo que estava sendo utilizado de forma ridícula. Críticas à parte, minha música favorita da banda em um clip que adorei!

7. Ludov - Kriptonita


Gente, Ludov é muito amor! Eu amo todas as músicas da banda, o show é de uma vibração positiva enorme e já gritei muito cantando os grande sucessos. Essa música foi uma das primeiras da banda que estourou e eu acho a letra belíssima - apesar do clip não ser grande coisa. Para quem tiver atrás de algo diferente para ouvir, essa também é uma sugestão mais que aprovada por mim.

8. Moptop - Aonde quer chegar?


Eu já chorei tantas vezes ouvindo essa música que perdi a conta. Moptop foi uma banda que marcou muito a minha vida e todos os dias sou triste porque possivelmente jamais vou assistir a um show deles. Acho todas as músicas ótimas, muito mais pela letra que pelo estilo. Enfim, não poderia deixar de citar.

9. Móveis Coloniais de Acaju - O tempo


Gente, eu acho Móveis tudo de maravilhoso! Achei esse vídeo da TV Trama, porque sequer sei se essa música tem clip. Deem uma sacada na letra, é belíssima - assim como todas as músicas da banda.

10. Oasis - Whatever


Todo mundo já ouviu essa música ao menos uma vez na vida, nem que tenha sido na nova propaganda da Coca-cola - que é a minha favorita de todos os tempos, aliás. Talvez porque eu ame Oasis e chore até hoje por não ter ido a nenhum show enquanto a banda ainda estava junta. Acho Noel e Liam fantásticos e sei todas as músicas de trás para a frente. Sou fã de carteirinha e pelo menos uma música de Oasis fez parte de todos os momentos da minha vida. Enfim, paixão eterna - apesar de achar esse clip deprimente.

Então, espero que tenham gostado. Viram que o meu gosto musical não é nada refinado à la Beatles e outras coisas que as pessoas normalmente gostam - mas acho que é bem aceitável. O meme, como sempre, fica livre para quem quiser.

ps.: Você não têm NOÇÃO de como eu sofro para postar vídeo no blogspot. Sempre esqueço como faz e tenho que reaprender toda santa vez. Great.
ps².: Ainda estou arrasada porque não achei nenhum vídeo de 'Periscopes', de The Beatiful Girls para postar aqui. A música é tem uma vibração muito gostosa e eu indico demais.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Retrospectiva literária

Fiquei super feliz quando a linda da Amanda me sugeriu o meme com a retrospectiva dos livros que eu li em 2010. Ok que não foram muitas obras literárias e que as páginas sobre assuntos da faculdade encheram muito mais a minha cabeça que simples histórias, mas ainda assim eu descobri que tinha muito a dizer. Assim sendo, aqui segue minha humilde lista dos

Livros que eu li em 2010:

1. Ovelha negra - Caio Fernando Abreu
2. Caio 3D: o melhor da década de 90 - Caio Fernando Abreu
3. Fragmentos - Caio Fernando Abreu
4. Morangos Mofados - Caio Fernando Abreu
5. Para sempte teu, Caio . - Paula Dip
6. Doidas e Santas - Martha Medeiros
7. Divã - Martha Mederios
8. Trem-bala - Martha Medeiros
9. Desculpa se te chamo de amor - Federico Moccia
10. A garota americana: quase pronta - Meg Cabot
11. O pau - Fernanda Young
12. Uma bebida e um amor sem gelo, por favor - Liliane Prata
13. Ps.: eu te amo - Cecília Ahern
14. A hora da estrela - Clarice Lispector
15. Querido John - Nicholas Sparks
16. Diário de uma paixão - Nicholas Sparks
17 - 23. Harry Potter (relido os 7 volumes) - J.K. Rowling
24 - 28. Percy Jackson (5 volumes) - Rick Jordan
29. Poesia completa de Alberto Caeiro - Fernando Pessoa

O casal literário mais fofo
Como a maioria dos livros que eu li eram de crônicas, foram poucos os casais que eu pude conhecer. Mas acho que se destacam dois: Allie e Noah, de ''Diário de uma paixão'' e Percy e Annabeth, da saga ''Percy Jackson''. O primeiro casal constrói uma história clássica de puro romance naquele que eu considero o melhor livro do Sparks; o segundo é o típico casal de início de adolescência, tão inocente quanto eu fui um dia. Me conquistaram!

Virei a noite lendo
Qualquer livro de Caio Fernando Abreu me faz virar a noite lendo, mas confesso que assim como acontece com a grande maioria dos leitores, ''Morangos Mofados'', em especial, que deixou sem sono. E, como eu não resisto a uma história bem traçada, Jordan me fez, através de ''Percy Jackson'', ver o sol nascer diversas vezes.

Soco no estômago
''Divã'', com certeza. Muita gente chama Martha Medeiros de auto-ajuda disfarçada, mas eu não posso negar que, independente dos que os grandes críticos acham, esse livro mudou minha forma de ver muita coisa ao meu redor. E, com certeza, me fez como melhorar como pesssoa, me dando vários tapas na cara e muitas doses de verdade que eu andava precisando.

Aquele em que chorei de soluçar
Gente, pra eu chorar lendo um livro, sinceramente, o caso deve ser muito grave. O que mais chega perto disso é quando leio as partes referentes a James e Lily em ''Harry Potter'' - isso de casal-perfeito-morto-jovem-com-filho-pequeno-orfão é meu calcanhar de Aquilles.

A maior decepção do ano
Federico Moccia, meu filho, você me enganou direitinho, viu! Primeiro eu confesso que assisti ao filme ''Scusa ma ti chiamo amore'', com aquele ator e aquele sotaque italiano ma-ra-vi-lho-so. Pensei: não é possível, tenho que ler esse livro! Se eu tivesse parado no filme, hoje o Moccia seria tipo, sei lá, meu ídolo, mas acontece que o livro é terrível. Ainda bem que me desiludi. Não vou criticá-lo a fundo porque, afinal, ele tem livros publicados e eu só tenho um blog... E, também, é uma coisa que não dá nem pra explicar. Aquela narrativa não conquista nem a pessoa que mais goste de ler no mundo... Fiquei arrasada, sério.

O mais chato
''Desculpa se te chamo de amor'', de novo, porque eu fiquei tão revoltada que não canso de falar mal do Moccia. Sabiam que tem até uma continuação? Olhei na livraria e deu vontade de rir, de tão inacreditável que isso é.

Quase morri de rir
''Percy Jackson'' é realmente engraçado. Um humor sutil e irônico, do jeito que eu gosto. E ''O Pau'', de Fernanda Young... Mesmo com esse nome, sabe, é um bom livro; me fez perder meu pudor, o que eu não sei se é realmente bom, mas depois que você se acostuma com a escrita rasgada que ela tem, tudo vira comédia.

Aventura, fantasia ou infanto-juvenil
Gente, tenho que falar do Rick Jordan e seu ''Percy Jackson''. Para uma estudante de Letras, os livros são simplesmente um sonho: juro que aprendi mais lendo a saga que fazendo a cadeira de História da Literatura. Para quem ama mitologia grega e já conhece um pouco da área, os livros são um resumão completo e um ótimo incentivo pra quem quer ler obras mais complexas, como Odisséia e Ilíada, de Homero. Babação de ovo beloletrista a parte, a história é bem amarrada, a linguagem é simplérrima e os personagens são adoráveis. Jordan simplesmente arrasou!

Bate-bola de personagens
Personagem masculino apaixonante: Noah, de ''Diário de uma paixão''.
Personagem feminina admirável: Savannah, de ''Querido John''.
Personagem mais chato: Niki, de ''Desculpa, mas te chamo de amor''.
Personagem mais legal: Gemêos Weasley, de ''Harry Potter''.
Personagem mais perturbador: Mercedes, de ''Divã''.
Personagem que mais me identifiquei: Hermione, de ''Harry Potter''.

O melhor livro que li em 2010
Fiquei em dúvida entre ''Percy Jackson'' e ''Morangos Mofados''; o primeiro, pela iniciativa do autor em explorar um assunto tão rico e a perfeição com que abrange a temática. O segundo, pela sua incontestável carga literária, pela dor e emoção de Caio Fernando Abreu.

Acho que muita gente já foi indicada pra fazer esse meme, então eu deixo livre pra quem tiver achado legal. Quem fizer, só depois me avisa para eu dar uma lida, sim? E, abaixo, a foto da minha estante de livros, já quase sufocada e despencando da parede. Mas me mudo no fim do mês e estou muito orgulhosa do cantinho que destinei às minhas belezinhas no quarto novo.