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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

TAG: Como eu leio

Estava com tanto tempo que eu não fazia um vídeo que, como vocês poderão perceber, eu obviamente desaprendi como que a coisa funciona - a única coisa que não é culpa minha é a travada que o vídeo dá bem no meio, porque a minha câmera achou que seria apropriado parar de filmar enquanto eu falava (e óbvio que eu não sei editar essas coisas para que fique um erro menos descarado). Fora isso, todas as palavras faladas erradas, todas as faltas de concordância, os 2 segundos parada olhando para o teto (e o vídeo todo sem olhar para um ponto físico), a voz irritante... Tudo isso é culpa minha mesmo.

Dito isso, espero que vocês tenham paciência para assistir o vídeo (como que a gente consegue falar tanto e nem se dá conta que já se passou tanto tempo?). Quem me indicou foi a Anna e eu realmente gostei dessa TAG - não tinha parado ainda para pensar o quanto minha situação financeira anda crítica por causa de gastos com livros, por exemplo. E as minhas indicações são: Milena, Tary, Couth, Larie e Bia. E meninas, aviso logo: não aceito desculpas. No mais, quem quiser fazer, sinta-se livre - só me avisa depois nos comentários, para eu poder assistir também!


ps.: a qualidade do vídeo também não é essa coca-cola toda, já que se eu for postar com uma qualidade bacana vou passar uma semana inteira upando o vídeo no YouTube. Vocês entendem o drama, aposto.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Meus convidados de honra

Vou confessar uma coisa que, na verdade, não é segredo pra ninguém: se eu pudesse, deixava de viver a minha vida para viver a de alguns personagens da ficção. Ou, no mínimo, teria vários deles como amigos, confidentes e desafetos, claro. Por razões óbvias, tenho que me contentar com a minha própria história, mesmo - o que nunca me impediu, é bem verdade, de ter os sonhos mais mirabolantes que nem conto de tão vergonhosos, envolvendo personagens de tudo quanto é livro que eu já li. Por isso, não preciso nem dizer como, ao invés de estudar ou dormir, passei parte da madrugada planejando animadamente a lista dos meus convidados para o "Jantar literário".

Quando eu vi que estava rolando essa tag e que tinha sido indicada pela Analu, eu me controlei para não assistir o vídeo de ninguém conhecido, para que eu pudesse pensar só comigo nas minhas repostas. Daí o que eu fiz? Fui no youtube e pesquisei o vídeo de uma desconhecida para pegar as perguntinhas que tinha que responder - armei todo um plano contra influências nas minhas respostas, percebam. Fiz a minha lista e o roteiro do vídeo e fui lá, feliz da vida, ver o de todo mundo. Mas como quem ama junto pensa junto, acabou que a minha lista tem semelhanças em relação às da Rafinha, da Annoca e da Tary. Amizade tem dessas coisas, mesmo. Acabou que eu mudei uma resposta, como vocês vão ver no vídeo, para não ficar tão igual. Mas tem outras respostas que eu jamais conseguiria pensar diferente - simplesmente tinham que ser. Então, com vocês, meu ''Jantar literário": os personagens da ficção que eu escolheria para jantar comigo. 


Ps.: estou com mil olheiras e parece que um trator acabou de me atropelar, mas se eu fosse esperar ficar bonita pra gravar o vídeo não ia sair nunca – e o frevo já teria passado, né? Não tem graça foliar sozinha.

Eu nunca indico ninguém, mas essa tag eu gostaria especialmente que a Larie e a Thay respondessem, em vídeo ou em texto.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O embrião da minha biblioteca

Não sei se vocês repararam, mas eu estou meio viciada em gravar vídeos. Quando uma amiga querida me convida, então, é impossível recusar. Como eu falo no vídeo, já tinha gravado sobre a minha estante de livros em 2011, mas tanta coisa mudou de lá até hoje que não fica repetitivo refazer o vídeo. Não reparem que a imagem treme muito; minha câmera é pesada e meu braço não tem um pingo de resistência e ficou super dolorido com esse esforço mínimo. No mais, qualquer dúvida falem nos comentários, porque fiquei com medo do vídeo ficar muito grande (acabou ficando de qualquer jeito) e corri um pouco nas observações.

E qualquer um que queira fazer o Tour na própria estante está mais que convidado!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Alerta: a síndrome do segundo livro existe

Ou: porque não ler "Resposta certa", do David Nicholls

Apesar de não ser altamente introduzida no mundo da música, sei que nesse ramo é muito comum a "síndrome do segundo trabalho", que ocorre quando o artista que teve bastante sucesso em seu primeiro trabalho não consegue superá-lo ou repetir o feito em um segundo projeto. Literariamente falando, isso é ainda mais comum, considerando a grande parcela de autores que pipocam nas livrarias com obras que repercutem como verdadeiros fenômenos, mas que, ao mesmo tempo, demonstram total incapacidade de permanecer nesse ritmo - ou alguém acha que Stephanie Meyer e E. L. James terão força para serem reconhecidas por algo além de "Crepúsculo'' e ''Cinquenta Tons de Cinza''? 
Porém, alguns escritores parecem imunes a essa síndrome. Falando de autores que dos anos 2000 para cá se consagraram com o grande público jovem, perceba nomes como Meg Cabot e Rick Riordan, que já têm uma lista considerável de publicados e permanecem sendo lidos por multidões. Ou citemos Stephanie Perkins, que recentemente publicou o segundo trabalho e passou ilesa e ainda mais consagrada por ele. Ou, ainda. J. K. Rowling, que está em fase de provação com o seu primeiro livro pós-Harry Potter, o "Morte Súbita". Em 2012, por fim, foi a vez de David Nicholls, o queridinho das galáxias depois do aclamado e indiscutivelmente bom "Um dia" - autor que, sem dúvida alguma, eu esperava juntar ao time dos imunes à "síndrome do segundo trabalho". 
Infelizmente, creio que para mim isso não será possível através de ''Resposta certa'', o segundo livro do autor que chegou ao Brasil. Não pensem que foi agradável fazer esse vídeo. Nas primeiras 50 páginas do livro, quando eu senti que a leitura não ia fluir tão bem, dei uma pausa e iniciei a leitura de algo mais agradável; alguns dias depois, retornei ao "Resposta certa" em mais uma tentativa. O resultado do meu esforço incomum para gostar de um livro vocês conferem no vídeo abaixo.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O melhor (e o pior) de 2012, literariamente falando

Ainda que extremamente atrasada, chego eu com a minha retrospectiva literária, que já foi feita basicamente em todos os blogs que eu visito. Eu sou péssima em gravar vídeos e passei muito tempo (quase 30 minutos, eu sei) falando quase nada, mas me amem mesmo assim, por favor. A maioria das meninas falou só dos preferidos do ano, mas eu queria falar principalmente dos que eu menos gostei, porque foram tão ruins que eu acho que devo isso à sociedade. 


Livros falados no vídeo:

- Axilas e outras histórias indecorosas, do Rubem Fonseca 
Cômico e politicamente incorreto. Para aqueles que, assim como eu, têm um humor ácido. 

- Delírio, da Lauren Oliver
Só não é melhor porque distopia ainda não foi algo que me convenceu, mas até acho que vou ler a continuação quando for lançada. 

- Deslembrança, da Cat Patrick 
Seria uma ótima obra se não fosse o final trôpego. 

- Charlotte Street, do Danny Wallace 
Bom, mas dispensável. 

- A mulher do viajante no tempo, da Andrey Niffenegger 
Uma das melhores narrativas do ano. 

- Para sempre, de Kim e Krickitt Carpenter 
Troféu berinjela pra esse livro e que Deus perdoe esses autores, eles não sabem o que fazem. 

- E as estrelas, quantas são?, da Giulia Carcasi 
Mais um desapontamento e um autor italiano odiado pra coleção. 

- Emma, da Jane Austen 
Chato, chato, chato. 

- Bela maldade, da Rebecca James 
Uma surpresa agradável pra mim, que não esperava muita coisa desse livro. 

- Os heróis do Olimpo: O herói perdido, do Rick Riordan 
Insira aqui todos os elogios possíveis. 

- Os heróis do Olimpo: O filho de Netuno, do Rick Riordan 
Idem para o livro anterior. Difícil saber qual o melhor. 

- Lista negra, da Jennifer Brown 
Outro pro clube dos belos, mesmo aterrorizantes. 

- Precisamos falar sobre o Kevin, da Lionel Shriver 
Nem imagino o estado dessa autora depois de escrever esse livro. Ela deve ter ficado deplorável. 

- Quem é você, Alasca?, do John Green 
Tá me doendo até hoje, meses após a leitura. 

- Lola e o garoto da casa ao lado, da Stephanie Perkins 
O livro mais fofo, o personagem masculino mais desejado. 

- As vantagens de ser invisível, do Stephen Chbosky 
É de uma tristeza tão bonita que só sei que jamais irei superar esse livro. 

- A culpa é das estrelas, do John Green 
Um tiro no pé teria doído menos que esse livro. Não tem como terminá-lo sem estar apaixonada.

- Para todos os amores errados, da Clarissa Corrêa 
Isso não era um livro, era uma piada.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Meu (minúsculo) mundo de livros

Olha, eu queria fazer algumas considerações: primeiro, eu sou aprendiz de advogada e professora; então, gente, eu simplesmente não sei fazer vídeos. Segundo que minha verba é curta e tudo que eu tenho é uma cyber-shot, então não chorem pela qualidade da imagem, por favor. E, por fim, eu queria dizer que as cabeças loucas e pensantes da Analu e da Tary inventaram um ótimo meme. Ok que minha voz é insuportável e minha estante de livros é pequena de dar vergonha, mas, olha, o que vale é a intenção.


Como eu nunca sei quem já foi indicado e quem gosta de responder memes, eu sempre deixo aberto para todo mundo que quiser. Só me avisem se fizerem para eu conferir depois.
Edit: reparem que eu digo que o livro de Direito Empresarial é de Ambiental. Sinceramente, não sei onde eu estava com a cabeça - acho que na prova de Ambiental, para a qual eu deveria estar estudando no lugar de fazer vídeo para o blog. Foi só minha consciência pesada falando, então ignorem.