Podem me chamar de crítica, gélida ou qualquer adjetivo suficientemente ruim que consigam imaginar – o meu posicionamento depende de algo muito mais significativo que reles julgamentos de pessoas que muito pouco vão interferir no modo com que eu me relaciono com as coisas à minha volta. Por isso assumo sem medo nenhum: sou sim seletiva ao extremo e condeno sem a menor pena, porque qualquer deslize ou julgamento favoravelmente errado de minha parte e já era, meu bem – ninguém que escapar ao meu detector de pessoas imprestáveis vai ter compaixão de me ferir na primeira oportunidade.
Estou satisfeita dessa forma, então não me peça para gostar de alguém que eu vi duas ou três vezes na vida ou confiar em qualquer um simplesmente porque por ter o sorriso bonito e uma postura impecável: seleciono as pessoas com que eu me relaciono de um jeito muito melhor que esse. Não me peça para ser sociável ou acolher quem passar no meu caminho, porque a minha vida não é casa de caridade; não estou pra assumir almas perdidas, que vão e vêm sem que eu sequer perceba – tô aqui pra quem quiser ficar e o resto não me interessa.
Não faço questão de andar com os bem relacionados e não acho que isso seja de pagar de pseudo-revolucionária das relações pessoais: só não vou me prestar ao papel que vejo gente interpretando aos montes por aí, de se achar mais completo porque frequenta o que de há mais badalado na sexta à noite – mas que, quando chega em casa, se afunda em um complexo de solidão muito pior que aquele de quem passa a noite em casa, sem companhia, vendo filmes na tv aberta.
Não quero dizer coisa alguma além do que está escrito ou insinuar que a vida social de alguns faz com que os seus valores sejam menos preciosos que os meus, mas não posso deixar de considerar que, entre tantas opções de divertimento, amizades e importâncias, o que realmente importa ficou esquecido dentro do guarda-roupa. Não cabe a mim determinar o que é certo e muito menos condenar quem por acaso não sabe aproveitar a perfeição que existe no conjunto ''filme + cobertor'' – só queria dizer que, por hora, ando dispensando relações artificiais porque acho que vou me sair melhor sem fingir algo que jamais fará parte de mim.
No mais, eu só quero um pouco de paz e uma grande barra de chocolate para me acompanhar durante a noite, porque enquanto todos saem para descobrir o que há no mundo, eu fico com o melhor que há dentro de mim.
Estou satisfeita dessa forma, então não me peça para gostar de alguém que eu vi duas ou três vezes na vida ou confiar em qualquer um simplesmente porque por ter o sorriso bonito e uma postura impecável: seleciono as pessoas com que eu me relaciono de um jeito muito melhor que esse. Não me peça para ser sociável ou acolher quem passar no meu caminho, porque a minha vida não é casa de caridade; não estou pra assumir almas perdidas, que vão e vêm sem que eu sequer perceba – tô aqui pra quem quiser ficar e o resto não me interessa.
Não faço questão de andar com os bem relacionados e não acho que isso seja de pagar de pseudo-revolucionária das relações pessoais: só não vou me prestar ao papel que vejo gente interpretando aos montes por aí, de se achar mais completo porque frequenta o que de há mais badalado na sexta à noite – mas que, quando chega em casa, se afunda em um complexo de solidão muito pior que aquele de quem passa a noite em casa, sem companhia, vendo filmes na tv aberta.
Não quero dizer coisa alguma além do que está escrito ou insinuar que a vida social de alguns faz com que os seus valores sejam menos preciosos que os meus, mas não posso deixar de considerar que, entre tantas opções de divertimento, amizades e importâncias, o que realmente importa ficou esquecido dentro do guarda-roupa. Não cabe a mim determinar o que é certo e muito menos condenar quem por acaso não sabe aproveitar a perfeição que existe no conjunto ''filme + cobertor'' – só queria dizer que, por hora, ando dispensando relações artificiais porque acho que vou me sair melhor sem fingir algo que jamais fará parte de mim.
No mais, eu só quero um pouco de paz e uma grande barra de chocolate para me acompanhar durante a noite, porque enquanto todos saem para descobrir o que há no mundo, eu fico com o melhor que há dentro de mim.
também acho que todos só precisamos de um pouco de paz, só varia o jeito como a conquistamos.
ResponderExcluirO que é importante é que todos descubram o melhor conteúdo em si. Os sinais que orientam melhor a vida de cada um reside no mais íntimo da gente. Não é sempre o que indicam ou a maioria acha que seja certo ou o ideal. Cada um deve buscar o que há de melhor para que a sua vida seja feliz. Vivendo pequenos detalhes ou grandes emoções. É essencial que essa personalidade exista em cada um, para que se siga de fato o que realmente torna a alma mais plena, completa e feliz.
ResponderExcluirTem pessoas que encontram paz no que a maioria quer ou impõe, sem que isso reflita o seu desejo real. E isso é se enganar, se iludir, ser alguém que não é, apenas para ser alguém da sociedade.
No momento em que você vive e segue seus princípios e suas vontades, isso é o que importa, porque você não vai viver coisas superficiais, mas completas.
Beijos.
Neste exato momento da minha vida (e justamente quando chego ao seu blog ^^), estou descobrindo isso...
ResponderExcluirAcho que, como o Alexandre disse, quanto mais nos conhecemos, menos cedemos àquilo que os outros querem nos impor como A diversão, A paz, O caminho certo...
Cada pessoa é um universo, cheio de meandros e atalhos que só nós mesmos podemos explorar e tentar entender.
muito legais seus textos ! :*
ahhhh, concordo contigo...
ResponderExcluiramei o post...
bjok, flor...
Uau. Acho que às vezes o que está dentro de nós é o suficiente e às vezes totalmente insuficiente. Depende muito da fase que estamos passando em nossas vidas... Adorei o post :*
ResponderExcluirsou tão diferente de você, sou tão carente e me deixo apegar por qualquer pessoa .-.
ResponderExcluirbeijas, moça :*
Parecia mais que era eu falando, dear. Me identifiquei lindja com o seu texto. Acho muito inútil essa de sair pela vidja, numa experimentação louca, sob o pretexto de estar aproveitando a vida. Pois bem, boa sorte pra esses. Eu fico em casa, lendo, ouvindo música, assistindo um filminho no edredom com meu namorado... E não há coisa melhor pra mim.
ResponderExcluirBJBJBJ e obrigada pela visita no meu blog! ;)
Também gostei muito do seu e do jeito que você escreve! Me tornarei visita constante, rs ;)
Afinal, o que as pessoas pensam a seu respeito é problema delas, não é mesmo?!
ResponderExcluirO interessante é conhecer os dois lados da moeda, antes meus amigos eram os mais bem relacionados... Eu disse amigos?! Corrigindo: Antes as pessoas com quem andava eram os mais bem relacionados, mas a verdade é que toda essa amizade por interesse alguma hora acaba. Ainda bem!
"enquanto todos saem para descobrir o que há no mundo, eu fico com o melhor que há dentro de mim."
ResponderExcluirfrase muito digna, mexeu demais comigo, sem mais palavras.
Texto lindo.