Ah, pois quando olho seu sorriso
Quem me dera poços profundos
E ainda que assim se acabe o mundo
Viveria contente por ter seu sorriso
Ah, mas se me invade o seu corpo
Me prendo e não me solto de puro desejo
E se me dá um abraço, se me repousa um beijo
Solto de mim as palavras com realejo
Se te choca, menino, só quero que saiba
Não mais aqui eu guardo segredo
Mas tenho em mim, enterrado fundo
A paixão que fulmina dentro do meu peito
E no fim, mais no fim,
Me ponho em rimas toscas
Cruel fim das paixões sem correspondência
E sinta o que sinto – de viver assim, às moscas.
texto fofo.. como uma criança que brinca, te vejo 'brincando' com as palavras e isso é lindo!
ResponderExcluirAh, Deyse, quanto tempo!
ResponderExcluirE pelo jeito você continua escrevendo lindamente como sempre.
Beijo.