Jovens, em suma, tão inconseqüentes.
Jovens somos, por achar que tudo está ao nosso alcance. Pobre de nós, que mal sabemos que o tamanho de nossos sonhos não é satisfatório para busca incógnita que nos aguarda. Jovens impetuosos, movidos em prol de satisfações carnais, juras de futuros promíscuos, perdido em sonhos cheios de evasivas.
Jovens somos, sempre em virtude de uma rua álgida de carícias, em conseguinte quebra de zelo e afeições. Pouco conhece do amor fraterno, mais puro, mais incomum; cheio que brigas e encantos que mechem com pobres corações, há tão pouco palpitavam de queres, agora tão cheios do vazio do infanticídio.
Carentes jovens, oco de agrado, de meiguice. Quisera que todos eles compreendessem o significado da benevolência assim como nós, perdedores de aleive; vagamos na rua gélida sem flores, onde estamos todos cansados. Cansados de viver sem motivos reais, movidos por sombras que sobrevoam canções, versos recitados de dor. Fantasmas que espalham temores, que acabam com os contos de princesa arquitetados por meninas como você, como eu.
Jovens hoje somos, passados do momento de puerilidade tênue entre o querer e o dever. Hoje, somos jovens por opção. Fomos, abrimos a porta do invisível, deixamos passar a poeira que cobriu no ventre de infante. Saltamos rios e atravessamos corredeiras de escolhas, decidimos enfrentar; enfrentamos, e hoje sabemos que as escolhas que fizemos tinham mais conseqüências do que as que jamais imaginamos ter.
Jovens somos, imaturos de florescer. Chegamos à bifurcação de existir por existir e se atrever a existir. Decisões entram em nossas vidas, preparados ou não estamos para apontar a próxima a seguir. Chega de papéis representados, de tutores indignados, mas cumpridores dos nossos deveres; foi-se na brisa fria e cheia de bruma o nosso 'faz para mim, sim?'. Agora, jovem antecipado, cheio de atitudes prematuras, vá lá você próprio e faça o seu desejar.
Ah, jovem, pense antes de o ser. Anseios inconsiderados requerem diplomacia que, ah, você, feto de útero, ainda não cresceu pernas para tal passo.
Jovens somos, por achar que tudo está ao nosso alcance. Pobre de nós, que mal sabemos que o tamanho de nossos sonhos não é satisfatório para busca incógnita que nos aguarda. Jovens impetuosos, movidos em prol de satisfações carnais, juras de futuros promíscuos, perdido em sonhos cheios de evasivas.
Jovens somos, sempre em virtude de uma rua álgida de carícias, em conseguinte quebra de zelo e afeições. Pouco conhece do amor fraterno, mais puro, mais incomum; cheio que brigas e encantos que mechem com pobres corações, há tão pouco palpitavam de queres, agora tão cheios do vazio do infanticídio.
Carentes jovens, oco de agrado, de meiguice. Quisera que todos eles compreendessem o significado da benevolência assim como nós, perdedores de aleive; vagamos na rua gélida sem flores, onde estamos todos cansados. Cansados de viver sem motivos reais, movidos por sombras que sobrevoam canções, versos recitados de dor. Fantasmas que espalham temores, que acabam com os contos de princesa arquitetados por meninas como você, como eu.
Jovens hoje somos, passados do momento de puerilidade tênue entre o querer e o dever. Hoje, somos jovens por opção. Fomos, abrimos a porta do invisível, deixamos passar a poeira que cobriu no ventre de infante. Saltamos rios e atravessamos corredeiras de escolhas, decidimos enfrentar; enfrentamos, e hoje sabemos que as escolhas que fizemos tinham mais conseqüências do que as que jamais imaginamos ter.
Jovens somos, imaturos de florescer. Chegamos à bifurcação de existir por existir e se atrever a existir. Decisões entram em nossas vidas, preparados ou não estamos para apontar a próxima a seguir. Chega de papéis representados, de tutores indignados, mas cumpridores dos nossos deveres; foi-se na brisa fria e cheia de bruma o nosso 'faz para mim, sim?'. Agora, jovem antecipado, cheio de atitudes prematuras, vá lá você próprio e faça o seu desejar.
Ah, jovem, pense antes de o ser. Anseios inconsiderados requerem diplomacia que, ah, você, feto de útero, ainda não cresceu pernas para tal passo.
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