Distindo, impetuoso das palavras
E tudo haverá de crer
Em hígida percepção
Pensar de mim, vulgo boêmio
Que hei de viver em solidão
De boa dose de êxtase e delíros
Percebe sons, soluço reprimido
Vai, caminha, vinde a mim
O beijo já se foi, és adeus fatídico
Pobre pecador, em dias aluvidados
Não me julgues, acende meu cigarro
E hai de perceber, outrora sem dor
Pois me curar irei,
Dessa causa, um grande amor
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