Mas um amor de verdade. Nada de amor de uma festa, em quem você beija e para quem não liga no dia seguinte. Nada de amor de novelas, em que pela manhã vai cada um para um lado e, durante a noite, reúnem-se apenas para consumar o casamento. E por favor, poupe-me de amor de férias, feriados e nada, mas nada mesmo de amor de viagens, porque coisa alguma no mundo é tão dramático ou problemático quanto um desses.
Eu quero um amor de vida. Sabe como é, um amor que seja a sua vida. Que seja o seu ar, o seu alimento, sua força e para quem você seja tudo isso também. Não quero um amor que me encha de elogios, mas que me cubra de verdades. Não um amor que me envie buquês de rosas no dia do meu aniversário, mas um amor que roube um lírio do jardim da vizinha para me presentear em um domingo chuvoso qualquer. E me recuso a receber amores covardes e agradeço se me aparecer o amor mais corajoso que este puder ser.
Eu quero um amor novo. Ou um que se renove a cada dia, como se cada manhã fosse a primeira de uma vida inteira juntos. Nada de amores velhos, de amores resgatados na lata de lixo, onde estavam apodrecidos e fedendo a coisa ruim. No mínimo, um amor reciclado, que antes de chegar até mim tenha passado por um longo processo de higienização e aperfeiçoamento e que venha com um cheirinho de imaturo, inexplorado. E com uma gotinha de alfazema para dá uma essência de algo que já foi conhecido, que todo mundo já teve um dia.
Eu quero um amor concreto. Não quero um amor cheio de palavras e promessas, mas um amor cheio de ações e provas, que eu guarde em uma caixinha. Guardado não para que não seja olhado, porque quero um amor com tanta luz que doa aos olhos de quem lhe olhe fixamente; quero para que sempre que a caixinha seja aberta, o amor irradie o mundo inteiro com a mesma felicidade com que me atinge. E um amor que venha com o seu cheiro, com a sua voz e, claro, com o seu sorriso, para eu jamais correr o risco de esquecê-lo.
Por fim, quero um amor individual. Um que seja único em tudo que faça, vindo de alguém que seja amplamente singular. Não quero um amor público, quero um amor para mim, que eu possa chamar de meu, excepcionalmente meu. E que seja o meu encaixe perfeito, que complete as frases que eu não consigo terminar, que olhe nos meus olhos e sinta o meu mais profundo pensamento. Um amor puro, um amor sincero, um amor para todas as horas. Mas, acima de tudo, quero um amor eterno, infindável e imortal, em toda a sua imensidão.
Eu quero um amor de vida. Sabe como é, um amor que seja a sua vida. Que seja o seu ar, o seu alimento, sua força e para quem você seja tudo isso também. Não quero um amor que me encha de elogios, mas que me cubra de verdades. Não um amor que me envie buquês de rosas no dia do meu aniversário, mas um amor que roube um lírio do jardim da vizinha para me presentear em um domingo chuvoso qualquer. E me recuso a receber amores covardes e agradeço se me aparecer o amor mais corajoso que este puder ser.
Eu quero um amor novo. Ou um que se renove a cada dia, como se cada manhã fosse a primeira de uma vida inteira juntos. Nada de amores velhos, de amores resgatados na lata de lixo, onde estavam apodrecidos e fedendo a coisa ruim. No mínimo, um amor reciclado, que antes de chegar até mim tenha passado por um longo processo de higienização e aperfeiçoamento e que venha com um cheirinho de imaturo, inexplorado. E com uma gotinha de alfazema para dá uma essência de algo que já foi conhecido, que todo mundo já teve um dia.
Eu quero um amor concreto. Não quero um amor cheio de palavras e promessas, mas um amor cheio de ações e provas, que eu guarde em uma caixinha. Guardado não para que não seja olhado, porque quero um amor com tanta luz que doa aos olhos de quem lhe olhe fixamente; quero para que sempre que a caixinha seja aberta, o amor irradie o mundo inteiro com a mesma felicidade com que me atinge. E um amor que venha com o seu cheiro, com a sua voz e, claro, com o seu sorriso, para eu jamais correr o risco de esquecê-lo.
Por fim, quero um amor individual. Um que seja único em tudo que faça, vindo de alguém que seja amplamente singular. Não quero um amor público, quero um amor para mim, que eu possa chamar de meu, excepcionalmente meu. E que seja o meu encaixe perfeito, que complete as frases que eu não consigo terminar, que olhe nos meus olhos e sinta o meu mais profundo pensamento. Um amor puro, um amor sincero, um amor para todas as horas. Mas, acima de tudo, quero um amor eterno, infindável e imortal, em toda a sua imensidão.
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